Com melodias, letras e arranjos que soam com suavidade, através de uma voz cristalina que a tudo emoldura, Roberta Sá fez sua estréia no Circo Voador para mais de três mil pessoas no dia do aniversário da cidade do Rio de Janeiro. Não é curioso que uma das principais expoentes da ‘geração Lapa’ nunca houvesse se apresentando no palco sob os Arcos? Pois é. Não poderia haver presente melhor para a cidade maravilhosa.
O show mesclou músicas de seus dois álbuns: Braseiro e Que belo estranho dia para se ter alegria. Roberta subiu ao palco. acompanhada de: Antônia Adiné (violão), Edu Neves (sax e flauta), Jovir Joviniano (percussão), Rodrigo Camelo (violão e direção musical), para imprimir seu jeito singular de cantar. O álbum “Que belo estranho dia para se ter alegria” ultrapassou 25 mil cópias. E é possivel entender o por que!
Logo no início da apresentação, foi possível ver a emoção de Roberta Sá. A segunda música ela não conseguiu cantar. Foi acometida por um misto de risos e choro de emoção. O público não despontou, cantou a letra do início ao fim sem deixar a peteca cair.
O espetáculo contou ainda com participações especiais, como a do sambista Dudu Nobre, do bandolinista Hamilton de Holanda, do guitarrista Junior Tostoi e do cantor e compositor Pedro Luís, marido de Roberta. Participações agradáveis tal como o repertório da sambista.
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